— O que houve? — Lílian estava deitada em sua cama, no seu quarto. Lorena e seu pai estavam ao seu lado. Lílian não sabia o que havia acontecido, por que estava machucada, com dor, e por que Lorena estava em sua casa.
— Eu encontrei você caída, desmaiada e com a testa sangrando. — Explicou Lorena.
— Coisas estranhas estão acontecendo ultimamente! — Primeiro a "visão", agora isso! — Disse Robert.
— Eu não estou bem. — Lílian disse. E não estava mesmo, depois da morte de sua mãe ela andava perturbada, confusa, parecia ter perdido sua auto-confiança.
— Tenho que voltar para casa, minha mãe deve estar preocupada. — Lorena disse, levantando-se.
— Muito obrigado, Lorena. — Agradeceu Lílian.
— É, você ajudou muito. — Disse o pai de Lílian.
— Tchau Senhor Robert. — Despediu-se Lorena.
— Senhor? Quanta formalidade, pode me chamar de Robert, somente Robert.
— OK. Tchau Lílian, se cuida.
— Tchau Lorena, obrigada novamente. Nunca vou esquecer o que você fez por mim. — Disse ela, despedindo-se.
Lorena saiu. Robert a acompanhou até à porta, quando voltou disse:
— Simpática ela, né?
— Sim. Gostei dela, alguma coisa nela me deixa confiante.
— O que aconteceu Lílian? Como você se machucou desse jeito? — Perguntou seu pai mudando de assunto.
— Não sei, não consigo lembrar! Que horas são? Como a Lorena me encontrou, como ela te avisou?
— Que horas são? Que horas Lorena me achou? Como ela te avisou? — Perguntou Lílian.
— São seis horas. Ela disse que te achou caída, por volta das três da tarde e me ligou avisando.
— Como ela sabia seu número?
— Não sei, mas você tem que ir ao hospital para fazer um curativo.
— Tudo bem.
* * *
Chegando no hospital, Lílian teve que esperar numa sala até a enfermeira aparecer. Quando ela chegou Lílian quase caiu da cadeira, era a mulher que a tinha atacado.
— Foi você que quem me atacou!
— Foi você que quem me atacou!
— Querida você só pode estar me confundindo, eu sou a enfermeira. — Ela disse tranquilizando-a.
Lílian não estava bem, enquanto a enfermeira fazia o curativo ela tentava lembrar cada detalhe desse dia, seria difícil de esquecer. Tantos pensamentos iam e vinham, quem era aquela mulher, e o que queria com ela? Estava tão absorta em suas lembranças que não viu que o curativo estava pronto.
— Terminei.
Lílian agradeceu e saiu o mais rápido que pode. Chegando em casa, ajudou seu pai com o jantar. Desde pequena ela gostava de cozinhar, aprendera quase tudo com sua mãe, inclusive esse estrogonofe de carne de frango que ela e seu pai adoravam e repetiam sempre.
— Como vai sua secretária pai? — Lílian perguntou.
— Pediu demissão, já contratei outra, se chama Kristen Morgan.
Lílian arrepiou-se toda, seu estômago revirou, esse nome não lhe parecia estranho, mas dava uma sensação ruim, como se estivesse sendo avisada de algo terrível.
— Está tudo bem Lílian?
— Sim pai, vou deitar, boa noite.
Lílian agradeceu e saiu o mais rápido que pode. Chegando em casa, ajudou seu pai com o jantar. Desde pequena ela gostava de cozinhar, aprendera quase tudo com sua mãe, inclusive esse estrogonofe de carne de frango que ela e seu pai adoravam e repetiam sempre.
— Como vai sua secretária pai? — Lílian perguntou.
— Pediu demissão, já contratei outra, se chama Kristen Morgan.
Lílian arrepiou-se toda, seu estômago revirou, esse nome não lhe parecia estranho, mas dava uma sensação ruim, como se estivesse sendo avisada de algo terrível.
— Está tudo bem Lílian?
— Sim pai, vou deitar, boa noite.
* * *
Lílian estava em um lugar totalmente desconhecido. As paredes eram antigas, cobertas de poeira e teia de aranha, parecia um desses castelos dos livros de história. Ela andava por aqueles corredores, sem saber para onde estava indo.
Quando encontrou uma porta, não conseguiu evitar e entrou. Ali havia muitas prateleiras cheias de livros antigos e empoeirados, Lílian estava maravilhada, nunca tinha visto tantos livros assim. Caminhando entre eles, ela parecia estar sendo guiada por uma energia desconhecida, que a levava para um lugar específico.
Chegando em uma prateleira especial, ela encontrou um livro de capa amarela, esse livro a estava chamando, quando o tocou sentiu uma luz e...
— Que horas são? — Ela disse pulando da cama.
Sete horas. Hora de ir para o colégio. Ela se arrumou o mais rápido que pode, pegou seu material e correu para não se atrasar.
Quando encontrou uma porta, não conseguiu evitar e entrou. Ali havia muitas prateleiras cheias de livros antigos e empoeirados, Lílian estava maravilhada, nunca tinha visto tantos livros assim. Caminhando entre eles, ela parecia estar sendo guiada por uma energia desconhecida, que a levava para um lugar específico.
Chegando em uma prateleira especial, ela encontrou um livro de capa amarela, esse livro a estava chamando, quando o tocou sentiu uma luz e...
— Que horas são? — Ela disse pulando da cama.
Sete horas. Hora de ir para o colégio. Ela se arrumou o mais rápido que pode, pegou seu material e correu para não se atrasar.
* * *
Lílian estava determinada a descobrir o que realmente tinha acontecido. Era estranho porque isto estava acontecendo após a morte de sua mãe, com certeza havia uma ligação. Quando chegou ao colégio, lá estava Lorena esperando por ela.
— Oi Lílian, tudo bem?
— Oi Lorena, tudo sim, e você?
— Tudo bem.
— Preciso de sua ajuda.
— Preciso de sua ajuda.
— Em quê?
— Preciso descobrir se quem me atacou tem alguma relação com a morte de minha mãe.
— Mas como eu posso te ajudar? Eu não conhecia sua mãe.
— Tem alguns objetos dela guardados lá em casa, você pode me ajudar a procurar alguma pista.
— Claro, eu te ajudo.
— Então depois da aula você vai comigo.
— Ok. Combinado.
* * *
— Oi, pode entrar Lorena. — Disse Lílian.
— Seu pai não está em casa?
— Não, estou sozinha.
— Vamos para o quarto do meu pai, lá estão os livros que eram da minha mãe. Quem sabe a gente não encontra alguma pista lá.
Entraram. Os livros estavam em um armário, velho e empoeirado, Lílian tirou duas caixas de dentro do armário e colocou na cama.
— Você procura nessa aqui, e eu procuro na outra. Qualquer coisa suspeita você me mostra.
Lorena procurou em todos os livros e cadernos, folha por folha e página por página. Não encontrou nada diferente ou suspeito. Lílian também o fez, mas no livro "Crepúsculo" ela encontrou uma carta.
Lorena procurou em todos os livros e cadernos, folha por folha e página por página. Não encontrou nada diferente ou suspeito. Lílian também o fez, mas no livro "Crepúsculo" ela encontrou uma carta.
— Encontrei uma carta!
— Então lê!
Lílian abriu a carta e leu:
" Karla, depois de tudo que aconteceu, você me traiu, espero que não se arrependa depois do que estou prestes a fazer"
Assinado: Sua inimiga
Muito interessante algum motivm para menção da obra literária Twilight(Crepúscul) !?
ResponderExcluirNão Mateus, eu mencionei essa obra só pra dar mais destaque.
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